segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Rei morto Rei posto.









Notícia retirada de Publico.pt


Morreu Kim Jong-il, o "Querido Líder" autoritário da Coreia do Norte

19.12.2011 - 04:18 Por Sérgio B. Gomes

Kim Jong-IlKim Jong-Il (Foto: Reuters/Korea News Service/arquivo)
 O líder norte-coreano Kim Jong-il morreu este sábado durante uma viagem de comboio por “fadiga física” e por “dedicação da sua vida ao povo”, anunciou a televisão estatal KCTV pela voz de uma apresentadora em lágrimas vestida preto. A agência Reuters avança que a causa da morte de Jong-Il, que dirigia com mão de ferro a Coreia do Norte há 17 anos, estará relacionada com um ataque cardíaco.
Kim Jong-il, que teria 69 anos, governava a Coreia do Norte de forma autoritária há 17 anos através de um regime comunista de inspiração estalinista, baseado no culto da personalidade. Era oficialmente chamado de “Querido Líder” e não admitia qualquer laivo de oposição ao poder absoluto, posição que lhe deu fama internacional como o chefe de estado mais totalitário e irredutível do mundo.

Depois de uma apoplexia em 2008 e de aparições em público cada vez mais raras, começaram os rumores sobre a sua sucessão que - sabe-se agora - vai recair no filho mais novo, Kim Jong-un, cuja idade exacta se desconhece (terá 29 anos). Jong-Un terá sido nomeado general de quatro estrelas e vice-presidente da Comissão Militar central do Partido dos Trabalhadores em 2010. Sabe-se igualmente que o sucessor de Kim Jong-il foi educado na Suíça e que é filho de uma das mulheres favoritas do pai, Ko Yong-hui (já falecida).

A agência noticiosa estatal da Coreia do Norte, a KCNA, apelou ao povo norte-coreano que se mantenha unido em torno do sucessor do “Querido Líder”. “Todos os membros do partido, os militares e o público deverão seguir fielmente a liderança do camarada Kim Jong-un e proteger e fortalecer ainda mais a frente unificada do partido e do Exército”, adiantou a mesma agência.

Em Maio deste ano, Kim Jong-il, cujas imagens de marca eram o uniforme militar e os óculos de sol, deslocou-se no seu comboio blindado à China, aliado estratégico do regime, e em Agosto escolheu o extremo oriente russo para aquela que terá sido a sua última viagem ao estrangeiro.

O Governo de Pyongyang anunciou que as cerimónias fúnebres acontecerão no dia 28 de Dezembro e Kim Jong-un estará à frente da organização das exéquias, segundo informaram os meios de comunicação norte-coreanos citados pelas agências internacionais.

À semelhança do que se prepara para acontecer agora, também Kim Jong-il herdou do pai (Kim Il-sung) a liderança da Coreia do Norte. Pouco depois de ter subido ao poder, uma grave fome - causada por reformas económicas ineficientes e más condições de armazenamento - terá provocado dois milhões de mortos.

O regime da Coreia do Norte há muitas décadas que é criticado pelos abusos aos direitos humanos e pelo isolacionismo internacional resultante da vontade de Pyongyang em se dotar de armas atómicas.
Foi sob a liderança de Kim Jong-il que a Coreia do Norte levou a cabo os seus primeiros testes nucleares, em 2006. As negociações multilaterais com o objectivo de desarmar o país estão num impasse há vários meses.





segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

Acho que ainda é novo: Lucas Bora-Bora é fruta de estação intemporal - o Verão.






Está finalmente editada a apresentação discográfica de Lucas Bora-Bora, pela Optimus Discos de Henrique Amaro.
O CD estará disponível onde menos se espera, o Download está *AQUI por baixo no link.
Esperam-se agora concertos de apresentação do EP, que conta, para além dos temas originais já tocados, também com um Deus Na Rádio "mixado" por Balla e um Café "refixado" pelos amigos Salto, que ajudaram o Lendário Homem Tropical na produção musical.
*AQUI:
http://optimus.blitz.pt/discos/artistoptimusdiscos/nao-ha-criancas-em-las-vegas

Abramos-nos:

DEUS NA RÁDIO

NÃO HÁ CRIANÇAS EM LAS VEGAS

ANITA

CAFÉ

É bom rapaz o Manel.

Descobri isto.
Não há muito a dizer; mais a escutar e, se não cair mal, digerir.
É bom rapaz o Manel!








Acho que ainda é novo: »RADIOHEAD aos Portugueses«

Finalmente se confirma um regresso de Radiohead a Portugal - 12 de Julho no Alive.
Espera-se uma noite memorável para o coração e para a cabeça.
Vai ser de certeza bonito.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Jan Harlen fala.


Esta entrevista foi feita por Pedro Rodrigues e publicada no site do i. 
De lá foi retirada para vos mostrar:

Nascido no sul da Alemanha em 1937, Jan Harlan cresceu para se tornar a mão direita de um dos mais famosos realizadores de sempre. Com “Laranja Mecânica” ou “Shining” no currículo (além de “I. A. – Inteligência Artificial”), a experiência de Harlan na sétima arte é vasta. A convite do colectivo de argumentistas Monomito, esteve na Cinemateca, em Lisboa, onde o entrevistámos, para apresentar o documentário “Stanley Kubrick: A Life in Pictures”.
Como começou a relação profissional com o cinema?
Apaixonei-me pela sétima arte quando ainda era um adolescente louco por filmes de cowboys. Foi só mais tarde que conheci o Stanley [Kubrick], ainda estava a estudar. Comecei a dar-me muito com ele porque ele era casado com a minha irmã, mas na altura não tinha qualquer intenção de trabalhar com ele.
Então como surgiu a oportunidade de colaborar com Stanley Kubrick?
Em 1969 ele convidou-me para trabalhar num filme sobre Napoleão. O plano era irmos para a Roménia e ficarmos a trabalhar durante um ano. Eu sabia falar alemão e arranhar um pouco de francês, e estava habituado a planear, organizar e negociar, tudo elementos-chave num produtor. Acabei por aceitar essa aventura, mas a MGM cancelou o filme. Na altura quis voltar para casa, mas o Stanley fez pressão para ficar porque tinha gostado muito da experiência. Quando aceitei a proposta, a primeira coisa que fiz foi comprar os direitos para “De Olhos Bem Fechados”, em 1970.
Foram precisos 30 anos para fazer o filme?
Foi um processo muito difícil. Posso garantir que o “De Olhos Bem Fechados” foi o filme mais exigente da sua carreira. É muito interior, sobre fantasias sexuais e o ciúme. Tivemos muito cuidado porque queríamos fazer a melhor justiça à obra de Schnitzler [“A História de Um Sonho”]. Quando finalmente completámos o filme em 1999, o Stanley ficou tão feliz com o resultado que disse ser o seu maior contributo para a arte do cinema. Mas mesmo assim, e como sempre, foi arrasado pela crítica.
Alguma vez percebeu a razão para a controvérsia gerada pelas suas obras?
Kubrick era um animal político. Se olharmos para os seus filmes, de “Horizontes de Glória” a “Doutor Estranho Amor”, conseguimos ver uma linha que nos obriga a olhar para a nossa vaidade e tendência para a autodestruição. A maior parte dos seus filmes foram muito bem recebidos no cinto mediterrânico, mas enxovalhados na Inglaterra e EUA. Nos países católicos as pessoas são educadas no sentido de olhar o problema da luxúria e do sexo de forma muito séria. Já os países anglo-saxónicos defendem-se com piadas e descredibilizam os temas.
Como foi trabalhar com uma das maiores lendas do cinema?
Trabalhar com o Kubrick não era uma democracia, mas todos gostávamos que assim fosse. Era um homem com muita energia e carisma, e um filme é de facto feito por uma só pessoa. Tive a minha parte nele, organizei as coisas que ele precisava. Mas ele é que decidia o que precisava.
Diz-se que a memorável entrada de “2001: Odisseia no Espaço” foi coisa de sua autoria. É verdade?
Sim, nessa altura falávamos muito de música, era a única área onde eu conseguia estar ao mesmo nível que o Stanley. Ele precisava desesperadamente de uma peça musical que fosse estrondosa, mas que chegasse a um fim rapidamente. Na sua visão, quando se tem um trecho musical grandioso, não se pode simplesmente fazer fade out. Era código seu nunca cortar as peças e respeitar sempre o trabalho dos compositores como algo sagrado. Mostrei--lhe “Assim Falou Zaratustra”, de Richard Strauss, que o deixou maravilhado. Acabou por encaixar perfeitamente.
Depois de tantos anos a trabalhar no cinema, nunca sentiu vontade de se sentar na cadeira do realizador?
Para mim, um filme de ficção é uma obra de arte, e para fazê-la é preciso um artista. Qualquer um pode aprender a pintar, mas não se pode aprender a ser pintor. Essa é a grande diferença. Esse talento não vem de um processo no cérebro ou da aprendizagem, já faz parte de nós. Por exemplo, quando se estavam a fazer os primeiros filmes de ficção cientifica, que não eram mais que invasões alienígenas e sangue por todo o lado, Kubrick chega e faz uma vénia ao grande e desconhecido criador do universo, com toda a subtiliza e beleza visual. É isso que significa ser artista.
Qual a mensagem principal desta “tour” de seminários pela Europa?
Fazer perceber como transformar um filme numa obra de arte única. O maior requisito é estar apaixonado por aquilo que se faz. O princípio de um filme tem de ser como um caso amoroso, com todos os riscos que isso contempla.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Acho que ainda é novo: Allen Halloween

Allen Halloween, o Lisboeta mais falado do Rap nos últimos tempos.
Depois de me terem falado maravilhados do concerto que deu este mês na ZDB, fui procurar e encontrei uma voz incrível. A voz parece que está aqui mesmo a falar! Crua e desarmante, a sua voz carrega a doçura da cor de pele e a dureza da pronuncia de uma cidade, Lisboa; o que quer que isto queira dizer...faz um Rap "diferente", dizem. Ainda não sei, tenho que ouvir mais, e mais e mais, até me envolver o suficiente.
Um Rapper que adora Nirvana (...e usa AllStars).
Sei para já, que tem potencial, que não para de se coçar e merece a pena.

O Homem tem um site, bem bacano:

http://www.allenhalloween.com/

VENHA ÊÊLHE!...










Viajar Portugal. TODO



http://fugas.publico.pt/Viagens/297081_a-longa-caminhada-de-nuno-ferreira-por-portugal-e-agora-um-livro?pagina=3

Aqui fica o link da reportagem feita pelo Publico sobre a experiência que foi a viagem de um Homem, Português, que um dia deixou aquilo que tem e se pôs a andar, por Portugal. Ficou a conhecer verdadeiramente o seu País, como muito poucos com certeza o têm.
Não é muito interessante, mas faço questão de partilhar que há anos que cultivo esta ideia como sonho, a par com dois grandes amigos...vamos ver quando é que "a vida nos permite".
A aventura resultou num livro em que Nuno Ferreira partilha aquilo que mais o marcou, pode ser que haja mais resultados, vamos ler e esperar, até ao dia em que eu faça o mesmo, sozinho ou acompanhado.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

Acho que ainda é novo: B Fachada de volta - parte IV.


B Fachada lança em Dezembro novo disco.
Gosto destas duas músicas, parece que continua a experimentar "novas" misturas de sons e sonoridades.
O registo mantém-se.
Venha mais um!

Aqui ficam as duas músicas abertas para se ouvir mais o alinhamento e as datas dos concertos. 
Uma oferta do BLITZ:
http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&m=5&fokey=bz.stories/77611

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Acho que ainda é novo: "Everything goes my way" - Metronomy VS. Ewan Pearson

Amigos,

Após o bom disco concebido pelos Metronomy ter sido lançado, surgiu uma maior aproximação (justa e compreensível) por parte do público. Poucos meses depois do lançamento, do reconhecimento e dos primeiros concertos, chegam finalmente as primeiras versões. Direccionadas a uma pista de dança, a um sofá bem fumado/acompanhado ou mesmo a uma bonita vista num final de tarde perfeito.

O autor é o produtor Inglês Ewan Pearson, que já fez versões de variados outros bons artistas, de entre os quais se destacam nomes como Ladytron, Depeche Mode, the Rapture e Chemical Brothers. Desta vez escolheu "Everything Goes My Way" dos bravíssimos Metronomy, que nos ofereceram há uns mesinhos o seu segundo álbum, "The English Riviera", do qual gosto bastante. É diferente do 1º, do qual não consigo gostar menos; e que aconcelho altamente.
Parabéns Metronomy!

Pearson, para além de bom remixer, trabalhou também como produtor com Gwen Stefani, Delphic e M83, entre outros. Mascara-se de vez em quando de Maas e World of Apples para brincar por si. Ainda faz mais coisas com música, mas estas são as mais relevantes.
Fica então um Homem para descobrir.



Muito Bom,


Bom,


...o Melhor!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

já PASSOU mas eu ponho À MESMA: //AYRTON//SENNA//



Descobri que no ano passado foi feito um Documentário sobre o Ayrton Senna da Silva.
É um bom caso de Documentário homenagem a um herói Brasileiro que para muitos supera o Ronaldo e para alguns o Pelé. Foi um fenómeno enquanto corredor e uma inspiração forte e importante enquanto personagem, sempre orgulhou meio mundo, onde o Brasil e Portugal se incluíam.
Lembro-me perfeitamente de ver em directo o desastre e o funeral, e também de ter chorado no último. Naquela altura eu tinha 6 anos e os meus ídolos falavam todos Português do Brasil: B.A. do Esquadrão Classe-A (Mr.T do A-Team), Michael Night do Justiceiro (David Hasselhoff do Night Rider), Romário e Ayrton Senna. No topo dos meus heróis daquela altura, só o Caniggia, o Mac Guyver, a Pamela Anderson (do Baywatch como é óbvio) e o Michael Jackson é que não entenderiam o que não entenderiam o que eu lhes pudesse dizer um dia.
Com este eu sabia que já nunca poderia falar.
Uns bons anos mais tarde, enquanto passeei ou vivi no Brasil, em duas ou três conversas com amigos Brasileiros, veio à conversa o Senna, e ganhei uma noção mais lúcida da importância que ele teve. Foi o único ídolo Brasileiro que nunca dividiu os Brasileiros e só uniu e só orgulhou, nunca perdeu e só ganhou, mais ainda, sempre foi um bom exemplo numa altura em que o país tinha acabado de sair da opressão. Foi especial, e ainda para mais, morreu no auge.








Por alguma razão ele terá sido a razão de um Alemão tão vencedor chorar tão emotivamente.

Mais, não tenho a certeza, mas um Brasileiro meu amigo "que sabe tudo" disse-me uma vez que foi para as suas vitórias que a Globo criou esta vinheta sonora que se tornou mítica com o Futebol dos restantes anos 90 e 00.
Para mim, este simples som diz muito, e por isso aqui fica:

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Oiço Deus na Rádio!

Amigo, obrigado por fazeres estas coisas.
A determinação é a tua lição.










Sacana!! Sempre conseguiste as imagens da Coreia do Norte e do Palácio do Ceausescu. A imagem do carrossel da feira popular está muito bem metido. Parabéns, é o melhor que te posso dizer, nada pode ser tão assertivo.
Não quero ser pretensioso mas isto vai pegar melhor que a casa da Sónia Brazão.
É tudo o que a malta quer ouvir para ajudar ao prolongamento deste verão, por este andar, até Maio.

Um grande abraço querido Lucas.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Recordar. Vamos Viver: Manuel Cruz.






Hoje lembrai-me disto:
Desta música (Eleva!)
...e depois foi impossível não ouvir o resto dos disco até ao fim. É tão bom!

Apeteceu-me partilhar mais uma, mas a vontade a certa altura é de por quase todas.
Para-se por aqui: o projecto de remisturas "Fora de Combate", (feat Packman).
Isto é que também já era editado à Manuel...manda lá...!








...E não param. Não parem.

No âmbito da actual digressão pela América do Norte, os Arctic Monkeys tocaram uma nova música "Evil Twin" no Pegeant, sala de espectáculos em St. Louis, Illinois. Foi este o palco escolhido para mostrar que não param, apesar de Alex Turner ter referido numa entrevista que estão sem planos. O líder que hoje em dia veste cabedal preto, afirmou ainda que a vontade do grupo voltar a gravar com Josh Home se mantém.
Venha mais músicas do Rancho Inglês!


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

BBC 1 - Thom Yorke



http://www.bbc.co.uk/iplayer/console/b014ltzn

Neste link está um programa do Thom Yorke na BBC Radio 1.
Vale bem a pena.

enjoy!

domingo, 18 de setembro de 2011

Acho que ainda é novo: Reactable. Mais um instrumento p/ música electrónica.

Inventado há já algum tempo por uns tipos de Barcelona:

http://www.reactable.com/








sexta-feira, 16 de setembro de 2011

EXD`11

De dois em dois anos, Guta Moura Guedes e uma bem estruturada equipe e respectivos apoios, voltam a envolver-se com Lisboa e põe a cidade a falar e respirar Design. 2011 é ano sim e cá está de volta a Experimenta Design, mais forte a cada edição que passa, a bienal não passa sem nos surpreender e proporcionar bons passeios por exposições e conferências, intervenções e outros projectos.
A semana inaugural será de 28 de Setembro a 2 de Outubro, estendendo-se o evento até 27 de Novembro.
Ao longo da carreira do mítico eléctrico 28 serão os palcos das exposições, onde, entre outras, por exemplo Fernando Brízio mostrará o seu trabalho, ou uma panóplia de colecções e reflexões sobre as mesmas serão expostas em diferentes locais de culto que se abrem à cidade.
As conferências serão protagonizadas no Cinema São Jorge por nomes como D. Manuel Clemente, o Holandês Marcel Wander ou a dupla coreana Sulki & Min.
Muito mais acontecerá e será descoberto por vós e quem mais se interessar.
Para mais saber, aqui fica o link do site:

http://www.experimentadesign.pt/2011/pt/02-01-01.html

Força!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Já alguma vez tinhas visto um Theremin?

Olá, isto é um Theremin (também chamado de Aeterphone ou Thereminvox), instrumento electrónico inventado pelo russo Lev Teremen(1896-1993) no ano de 1920. Uma mão controla a frequência e a outra o volume (que pode também ser controlado por um pedal) . Sobre ele descobri também que tem um namorado no Mississippi, de seu nome Thomas Grillo, ele brinca e ensina a trabalhar com o instrumento, em diversos modelos e como se de violino se tratasse.
É insólito, mas bonito.
Ora aprendam: