quinta-feira, 22 de março de 2012

Dragon Ball

Estamos quase no Dagon Ball, uns mais que outros.
Faltam ainda Tartarugas Geniais, Cápsulas e a Teleportação.
Lobos vestidos com pronúncia de Águeda já existem, em Portugal. Não existem é estes triciclos.

sexta-feira, 9 de março de 2012

NOVO do Bruria: Kindred

Espera-se para breve a saída do maxi do novo som do Burial.
É bom, como é natural.
Flur, vamos a isso.


quinta-feira, 8 de março de 2012

New? American Dream




Há um jovem candidato ao Nobel da Paz.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Acho que ainda é novo: BERLINALE ao João e ao Miguel, Portugueses.




BERNINALE - Festival de Cinema de Berlim.
Dois Portugueses do cinema independente com fracos apoios estatais, ganham três Ursos.
João Salaviza, com "Rafa", ganha o Urso de Ouro para melhor Curta-Metragem. Miguel Gomes ganhou o Prémio Alfred Bauer para a inovação e o Prémio da Crítica com o seu mais recente filme, "Tabu".
Muitos Parabéns.


Em baixo ficam duas reportagens/entrevistas sobre/aos dois realizadores, iOnline e P3:

http://www.ionline.pt/boa-vida/joao-salaviza-ano-historico-cinema-portugues

http://p3.publico.pt/cultura/filmes/2295/quottabuquot-e-outros-filmes-independentes-do-poder-politico-e-economico

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Salazar, revista NOVA.

http://www.salazar.com.pt/


SALAZAR.
É uma nova revista, por enquanto digital (on-line), para breve, impressa em pequena tiragem.
Cultura, Artes e Ideias é o tema...mas não parece rivalizar muito com o Jornal de Letras.
A Salazar não tem data porque quem a faz acha que nenhuma das suas edições são feitas para ser consumidas consoante um calendário, sendo assim menos limitada/limitativa e menos comercial, em jeito de livro de consulta, quase. Eu concordo e gosto.

Parabéns à malta pela ideia, iniciativa e execução.
Agora é Continuar e Ler.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Chillnese Beans

A Chilli Beans(Br.) parece uma loja dos Chineses, cheia de imitações baratas. A NIXON(U.S.) é o grande alvo e a TIMEX(U.S.) também. 
Criatividade? Identidade? Genuíno? Qualidade? naaaa...Serão marcas destas que movem uma economia emergente? Pelo princípio ou em princípio...Concerteza. Até que um dia estabilize e caia no mesmo buraco. Por aí não pá!
Quem gosta e conhece não se engana.
Mais, já agora também vai para NIXON a pilha dos Nixon não passa dos 2 anos, passado outro ano, volta da fábrica com uma pilha de €50. e a funcionar mal.

Vou escrever para ambasa as marcas, em "breve"(se/quando tive as respostas) darei notícias.











segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Acho que ainda é novo: NOVO dos OK Go.




Com os patrocínios consegue-se muita coisa.
Quem é criativo consegue-se realizar.
Quem faz carros, pode conseguir vender mais, mesmo que não tenha conseguido melhorar o carro que fez.
Ao menos melhorou quem sabe fazer.

O que interessa é que só interesse a música.
Grandes OK Go!

Acho que ainda é novo: grande música dos ORELHA NEGRA



Fica o Lançamento na Antena 3, bem como o tema original do sample;
A produção iluduz-nos na voz de Tim Maia mas é Superman dos Brasucas The Fevers.

Parabéns e Obrigado Orelha Negra.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Chicken Tika Massala e um Mango Lassi, por favor.






Vale bem a pena ver esta pequena reportagem do Publico, que conta com o testemunho de alguns sobreviventes.

http://videos.publico.pt/Default.aspx?Id=9e2e3590-33b9-4529-b67f-60cd5fc67938

Rei morto Rei posto.









Notícia retirada de Publico.pt


Morreu Kim Jong-il, o "Querido Líder" autoritário da Coreia do Norte

19.12.2011 - 04:18 Por Sérgio B. Gomes

Kim Jong-IlKim Jong-Il (Foto: Reuters/Korea News Service/arquivo)
 O líder norte-coreano Kim Jong-il morreu este sábado durante uma viagem de comboio por “fadiga física” e por “dedicação da sua vida ao povo”, anunciou a televisão estatal KCTV pela voz de uma apresentadora em lágrimas vestida preto. A agência Reuters avança que a causa da morte de Jong-Il, que dirigia com mão de ferro a Coreia do Norte há 17 anos, estará relacionada com um ataque cardíaco.
Kim Jong-il, que teria 69 anos, governava a Coreia do Norte de forma autoritária há 17 anos através de um regime comunista de inspiração estalinista, baseado no culto da personalidade. Era oficialmente chamado de “Querido Líder” e não admitia qualquer laivo de oposição ao poder absoluto, posição que lhe deu fama internacional como o chefe de estado mais totalitário e irredutível do mundo.

Depois de uma apoplexia em 2008 e de aparições em público cada vez mais raras, começaram os rumores sobre a sua sucessão que - sabe-se agora - vai recair no filho mais novo, Kim Jong-un, cuja idade exacta se desconhece (terá 29 anos). Jong-Un terá sido nomeado general de quatro estrelas e vice-presidente da Comissão Militar central do Partido dos Trabalhadores em 2010. Sabe-se igualmente que o sucessor de Kim Jong-il foi educado na Suíça e que é filho de uma das mulheres favoritas do pai, Ko Yong-hui (já falecida).

A agência noticiosa estatal da Coreia do Norte, a KCNA, apelou ao povo norte-coreano que se mantenha unido em torno do sucessor do “Querido Líder”. “Todos os membros do partido, os militares e o público deverão seguir fielmente a liderança do camarada Kim Jong-un e proteger e fortalecer ainda mais a frente unificada do partido e do Exército”, adiantou a mesma agência.

Em Maio deste ano, Kim Jong-il, cujas imagens de marca eram o uniforme militar e os óculos de sol, deslocou-se no seu comboio blindado à China, aliado estratégico do regime, e em Agosto escolheu o extremo oriente russo para aquela que terá sido a sua última viagem ao estrangeiro.

O Governo de Pyongyang anunciou que as cerimónias fúnebres acontecerão no dia 28 de Dezembro e Kim Jong-un estará à frente da organização das exéquias, segundo informaram os meios de comunicação norte-coreanos citados pelas agências internacionais.

À semelhança do que se prepara para acontecer agora, também Kim Jong-il herdou do pai (Kim Il-sung) a liderança da Coreia do Norte. Pouco depois de ter subido ao poder, uma grave fome - causada por reformas económicas ineficientes e más condições de armazenamento - terá provocado dois milhões de mortos.

O regime da Coreia do Norte há muitas décadas que é criticado pelos abusos aos direitos humanos e pelo isolacionismo internacional resultante da vontade de Pyongyang em se dotar de armas atómicas.
Foi sob a liderança de Kim Jong-il que a Coreia do Norte levou a cabo os seus primeiros testes nucleares, em 2006. As negociações multilaterais com o objectivo de desarmar o país estão num impasse há vários meses.





segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

Acho que ainda é novo: Lucas Bora-Bora é fruta de estação intemporal - o Verão.






Está finalmente editada a apresentação discográfica de Lucas Bora-Bora, pela Optimus Discos de Henrique Amaro.
O CD estará disponível onde menos se espera, o Download está *AQUI por baixo no link.
Esperam-se agora concertos de apresentação do EP, que conta, para além dos temas originais já tocados, também com um Deus Na Rádio "mixado" por Balla e um Café "refixado" pelos amigos Salto, que ajudaram o Lendário Homem Tropical na produção musical.
*AQUI:
http://optimus.blitz.pt/discos/artistoptimusdiscos/nao-ha-criancas-em-las-vegas

Abramos-nos:

DEUS NA RÁDIO

NÃO HÁ CRIANÇAS EM LAS VEGAS

ANITA

CAFÉ

É bom rapaz o Manel.

Descobri isto.
Não há muito a dizer; mais a escutar e, se não cair mal, digerir.
É bom rapaz o Manel!








Acho que ainda é novo: »RADIOHEAD aos Portugueses«

Finalmente se confirma um regresso de Radiohead a Portugal - 12 de Julho no Alive.
Espera-se uma noite memorável para o coração e para a cabeça.
Vai ser de certeza bonito.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Jan Harlen fala.


Esta entrevista foi feita por Pedro Rodrigues e publicada no site do i. 
De lá foi retirada para vos mostrar:

Nascido no sul da Alemanha em 1937, Jan Harlan cresceu para se tornar a mão direita de um dos mais famosos realizadores de sempre. Com “Laranja Mecânica” ou “Shining” no currículo (além de “I. A. – Inteligência Artificial”), a experiência de Harlan na sétima arte é vasta. A convite do colectivo de argumentistas Monomito, esteve na Cinemateca, em Lisboa, onde o entrevistámos, para apresentar o documentário “Stanley Kubrick: A Life in Pictures”.
Como começou a relação profissional com o cinema?
Apaixonei-me pela sétima arte quando ainda era um adolescente louco por filmes de cowboys. Foi só mais tarde que conheci o Stanley [Kubrick], ainda estava a estudar. Comecei a dar-me muito com ele porque ele era casado com a minha irmã, mas na altura não tinha qualquer intenção de trabalhar com ele.
Então como surgiu a oportunidade de colaborar com Stanley Kubrick?
Em 1969 ele convidou-me para trabalhar num filme sobre Napoleão. O plano era irmos para a Roménia e ficarmos a trabalhar durante um ano. Eu sabia falar alemão e arranhar um pouco de francês, e estava habituado a planear, organizar e negociar, tudo elementos-chave num produtor. Acabei por aceitar essa aventura, mas a MGM cancelou o filme. Na altura quis voltar para casa, mas o Stanley fez pressão para ficar porque tinha gostado muito da experiência. Quando aceitei a proposta, a primeira coisa que fiz foi comprar os direitos para “De Olhos Bem Fechados”, em 1970.
Foram precisos 30 anos para fazer o filme?
Foi um processo muito difícil. Posso garantir que o “De Olhos Bem Fechados” foi o filme mais exigente da sua carreira. É muito interior, sobre fantasias sexuais e o ciúme. Tivemos muito cuidado porque queríamos fazer a melhor justiça à obra de Schnitzler [“A História de Um Sonho”]. Quando finalmente completámos o filme em 1999, o Stanley ficou tão feliz com o resultado que disse ser o seu maior contributo para a arte do cinema. Mas mesmo assim, e como sempre, foi arrasado pela crítica.
Alguma vez percebeu a razão para a controvérsia gerada pelas suas obras?
Kubrick era um animal político. Se olharmos para os seus filmes, de “Horizontes de Glória” a “Doutor Estranho Amor”, conseguimos ver uma linha que nos obriga a olhar para a nossa vaidade e tendência para a autodestruição. A maior parte dos seus filmes foram muito bem recebidos no cinto mediterrânico, mas enxovalhados na Inglaterra e EUA. Nos países católicos as pessoas são educadas no sentido de olhar o problema da luxúria e do sexo de forma muito séria. Já os países anglo-saxónicos defendem-se com piadas e descredibilizam os temas.
Como foi trabalhar com uma das maiores lendas do cinema?
Trabalhar com o Kubrick não era uma democracia, mas todos gostávamos que assim fosse. Era um homem com muita energia e carisma, e um filme é de facto feito por uma só pessoa. Tive a minha parte nele, organizei as coisas que ele precisava. Mas ele é que decidia o que precisava.
Diz-se que a memorável entrada de “2001: Odisseia no Espaço” foi coisa de sua autoria. É verdade?
Sim, nessa altura falávamos muito de música, era a única área onde eu conseguia estar ao mesmo nível que o Stanley. Ele precisava desesperadamente de uma peça musical que fosse estrondosa, mas que chegasse a um fim rapidamente. Na sua visão, quando se tem um trecho musical grandioso, não se pode simplesmente fazer fade out. Era código seu nunca cortar as peças e respeitar sempre o trabalho dos compositores como algo sagrado. Mostrei--lhe “Assim Falou Zaratustra”, de Richard Strauss, que o deixou maravilhado. Acabou por encaixar perfeitamente.
Depois de tantos anos a trabalhar no cinema, nunca sentiu vontade de se sentar na cadeira do realizador?
Para mim, um filme de ficção é uma obra de arte, e para fazê-la é preciso um artista. Qualquer um pode aprender a pintar, mas não se pode aprender a ser pintor. Essa é a grande diferença. Esse talento não vem de um processo no cérebro ou da aprendizagem, já faz parte de nós. Por exemplo, quando se estavam a fazer os primeiros filmes de ficção cientifica, que não eram mais que invasões alienígenas e sangue por todo o lado, Kubrick chega e faz uma vénia ao grande e desconhecido criador do universo, com toda a subtiliza e beleza visual. É isso que significa ser artista.
Qual a mensagem principal desta “tour” de seminários pela Europa?
Fazer perceber como transformar um filme numa obra de arte única. O maior requisito é estar apaixonado por aquilo que se faz. O princípio de um filme tem de ser como um caso amoroso, com todos os riscos que isso contempla.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Acho que ainda é novo: Allen Halloween

Allen Halloween, o Lisboeta mais falado do Rap nos últimos tempos.
Depois de me terem falado maravilhados do concerto que deu este mês na ZDB, fui procurar e encontrei uma voz incrível. A voz parece que está aqui mesmo a falar! Crua e desarmante, a sua voz carrega a doçura da cor de pele e a dureza da pronuncia de uma cidade, Lisboa; o que quer que isto queira dizer...faz um Rap "diferente", dizem. Ainda não sei, tenho que ouvir mais, e mais e mais, até me envolver o suficiente.
Um Rapper que adora Nirvana (...e usa AllStars).
Sei para já, que tem potencial, que não para de se coçar e merece a pena.

O Homem tem um site, bem bacano:

http://www.allenhalloween.com/

VENHA ÊÊLHE!...










Viajar Portugal. TODO



http://fugas.publico.pt/Viagens/297081_a-longa-caminhada-de-nuno-ferreira-por-portugal-e-agora-um-livro?pagina=3

Aqui fica o link da reportagem feita pelo Publico sobre a experiência que foi a viagem de um Homem, Português, que um dia deixou aquilo que tem e se pôs a andar, por Portugal. Ficou a conhecer verdadeiramente o seu País, como muito poucos com certeza o têm.
Não é muito interessante, mas faço questão de partilhar que há anos que cultivo esta ideia como sonho, a par com dois grandes amigos...vamos ver quando é que "a vida nos permite".
A aventura resultou num livro em que Nuno Ferreira partilha aquilo que mais o marcou, pode ser que haja mais resultados, vamos ler e esperar, até ao dia em que eu faça o mesmo, sozinho ou acompanhado.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

sábado, 12 de novembro de 2011

Acho que ainda é novo: B Fachada de volta - parte IV.


B Fachada lança em Dezembro novo disco.
Gosto destas duas músicas, parece que continua a experimentar "novas" misturas de sons e sonoridades.
O registo mantém-se.
Venha mais um!

Aqui ficam as duas músicas abertas para se ouvir mais o alinhamento e as datas dos concertos. 
Uma oferta do BLITZ:
http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&m=5&fokey=bz.stories/77611

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Acho que ainda é novo: "Everything goes my way" - Metronomy VS. Ewan Pearson

Amigos,

Após o bom disco concebido pelos Metronomy ter sido lançado, surgiu uma maior aproximação (justa e compreensível) por parte do público. Poucos meses depois do lançamento, do reconhecimento e dos primeiros concertos, chegam finalmente as primeiras versões. Direccionadas a uma pista de dança, a um sofá bem fumado/acompanhado ou mesmo a uma bonita vista num final de tarde perfeito.

O autor é o produtor Inglês Ewan Pearson, que já fez versões de variados outros bons artistas, de entre os quais se destacam nomes como Ladytron, Depeche Mode, the Rapture e Chemical Brothers. Desta vez escolheu "Everything Goes My Way" dos bravíssimos Metronomy, que nos ofereceram há uns mesinhos o seu segundo álbum, "The English Riviera", do qual gosto bastante. É diferente do 1º, do qual não consigo gostar menos; e que aconcelho altamente.
Parabéns Metronomy!

Pearson, para além de bom remixer, trabalhou também como produtor com Gwen Stefani, Delphic e M83, entre outros. Mascara-se de vez em quando de Maas e World of Apples para brincar por si. Ainda faz mais coisas com música, mas estas são as mais relevantes.
Fica então um Homem para descobrir.



Muito Bom,


Bom,


...o Melhor!